Aquele barco ao longe
que carregava um solitário monge
era amarelo. O céu, azul,
a água do mar, verde
e a roupa do monge, laranja,
em sintonia com a cor do
pôr do sol.
E olhando aquela imagem
tão colorida senti
não ter nas mãos
uma câmera para fazer
uma linda foto em preto
e branco. Para mim,
a vida é jogo de
xadrez que
se completa com
luz e sombra, em que
reis jamais deixarão o tabuleiro
e tudo o mais, superada a estratégia,
perde a importância.
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