Queria
volta no tempo
pra acreditar em Papai Noel,
de verdade.
De viver aqueles Natais
maravilhosos em noites
de calor quando os
bombons de licor estouravam
na boca, quando as vizinhas
conversavam lá fora
e eu era tomado de uma paz
imensa deitado no sofá da sala.
pra acreditar em Papai Noel,
de verdade.
De viver aqueles Natais
maravilhosos em noites
de calor quando os
bombons de licor estouravam
na boca, quando as vizinhas
conversavam lá fora
e eu era tomado de uma paz
imensa deitado no sofá da sala.
Missa do Galo, mais silêncio
que som, amigos e família,
portos seguros para um
barquinho que era eu,
acostumado a lagos calmos,
e nem de longe imaginava
que ainda iria navegar mares
nem sempre calmos, nem sempre azuis.
Com tormentas e piratas,
pranchas e espadas e um papagaio atrevido
que vive a repetir que chegarei
novamente em terra firme, com os meus.
Assim espero.
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