Você me deixa no cais
a ver navios.
Minhas mordidas
mordem o vazio.
Mas perto do mar
o vento apaga
o pavio,
transforma-se
em afeto o
que era cio,
e eu, feito
gato, parto
pra outros
telhados
sem lhe
arranhar a
e pele,
sem dar
um único
mio.
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