Há fases
que se parecem
com fezes.
É quando
coco vira
cocô.
E aquele
oco (por dentro)
é preenchido
com soco (no queixo).
Mas nada
como uma
boa lavagem
para esvaziar
a alma,
nada como
uma frustração,
pra mudar
elenco e direção.
Nada como um dia
após o outro, só
pra olhar atento
dentro do vaso
sanitário
e ver
que até a mais
bela fruta,
processada,
vira bosta.
E antes que eu
me limpe por completo
quero vê-la nessa
partida amarga,
enquanto puxo, prazerosamente,
a cordinha ensebada da descarga.
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