Amar é como andar de bicicleta,
um eterno equilibrar-se,
entre subidas, descidas
e extensas estradas
calmas e planas.
Quando então,
solta-se as mãos
do guidão e
abraça-se a quem
se gosta
na figura do vento.
E o friozinho na
barriga fica
mais pungente,
desde que o
ciúme não
pegue carona
e aperte,
de repente,
apenas o
freio da frente.
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