Queria morar naquela cidadezinha
do interior, em que não houvesse o mal
nem botijões de gás fossem furtados.
E que minha namorada trabalhasse
nas Lojas Pernambucanas e eu nos
Correios.
E que nos finais de tarde de primavera,
já em dezembro, pouco antes do Natal,
saíssemos de mãos dadas caminhando
sem pressa pela única praça da cidade,
contornando a igreja e tomando sorvete.
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