Quando acordo ainda é madrugada. Vou buscar o jornal, mas antes olho o céu, cheio de estrelas. Então reflito, conversando com Deus: Eu não sei nada
desse céu, não sei nada da formiga, da lua, da floresta amazônica ou do brilho existente no olhar. Também não sei nada do amor nem do sexo. Assim sendo, entrego meu dia em Tuas mãos, Senhor, porque, se depender só de mim, estou ferrado com tanta ignorância.
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