De repente, aquela menina virou gata
de tomar leite no pires e subir no telhado.
Um dia, cheia daquela vida monótona
e dos rótulos da sociedade,
simulou a própria morte e foi
viver feliz da vida com um rato.
E até hoje, quando aquele grupo
meloso de pagode sobe no palco
toda a família se sente indignada,
pois acha que aquele couro
de tamborim, que tanto o sujeito
bate e rebate, pertencia a ela.
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