Quando a gente espreme
todo o sentimento que tem por alguém,
feito laranja,
sempre aparecerá no copo
de nós mesmos,
de repente
alguma semente
perdida, vinda
do fundo à tona
lembrando que
basta uma única
semente para
tudo renascer,
se multiplicar.
Assim, em meio a uma
vida que como
o suco pode ser
ácida ou docinha,
a arte está em
partilhar, ou, como
a semente que não encontra
a terra, secar sozinha.
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