Às vezes, é preciso desescrever a vida,
ler ao contrário, começar pelo fim.
De volta - sem a expectativa
do inesperado - ao que sempre se foi,
desde o início. Nesse exercício,
a vida louca regida pelo ZAP, que fragmenta
coisas e gente, dá marcha à ré
na agitação e volta, enfim, a ser PAZ.
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